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PANIC

quarta-feira, 15 de julho de 2009

After every battle of the wars you fight inside.
When the raindrops of the storm finally start to dry,
Then you ask yourself the questions.
When you finally look around,
to see what’s left behind, Sittin’
in the shadows of your walls that grew too high.
While you screamed and cried and asked for help and heard no reply.

How can I not panic,
when the pain grows too strong?
’cause the storm grows wild and wilder while I sit and sing this song.

If you just give me the answers,
then I’ll promise to calm down.
But the voices in my head just tell me to go on and on.
Listen to the echo of your voice inside the caves,
in the everlasting halls and stone walls of your maze with no traffic lights to guide you.
Can you see the seed of panic inside my eyes?
Even though they look so dry, the tears fall all night.
While I screamed and cried and asked for help,
I heard your reply!

How can I not panic,
when the pain grows too strong,
But just maybe if we both hold hands we can live through the storm.
Just forget the answers, and accept me inside.
Show me your secret garden and I’ll show you mine.

tradução Após cada batalha das guerras que você luta dentro de si, quando a tempestade passa e começa a secar - então você se pergunta… Quando finalmente olha ao redor para ver o que restou, sentado às sombras de seus muros que cresceram demais - enquanto você gritava, chorava e pedia ajuda, e não escutava resposta… Como posso não entrar em pânico, quando a dor é tão forte? Porque a tempestade se torna cada vez mais forte enquanto eu sento e canto esta canção. Se você apenas me der as respostas, prometo acalmar-me. Mas as vozes em minha mente só me dizem para seguir em frente… Ouça o eco de sua voz nas cavernas, nos corredores infinitos e nos muros de seu labirinto, sem luzes para lhe guiar. Consegue ver a semente do pânico em meus olhos? Parecerem tão secos, mas as lágrimas caem a noite toda. Enquanto eu gritava, chorava e pedia por ajuda eu escutei sua resposta Como posso não entrar em pânico, quando a dor é tão forte? Mas talvez, se nos dermos as mãos, poderemos sobreviver à tempestade. Esqueça as respostas e simplesmente me aceite! Mostre-me seu jardim secreto e eu lhe mostrarei o meu.

MEDO

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Medo de olhar atrás, sensação de loucura.
O medo corrói a minh’alma.
Acordo vivo, não sei até quando…
Sombras da noite, medo da loucura.
Eu quero arranhar paredes.
Acendam a luz por favor.

Eu ando por um corredor frio e escuro,
não vejo a luz no final do túnel.

Já tentei me salvar, mas é em vão procurar.
Já tentaram me salvar,
mas é difícil me fazer acreditar
que Jesus é Senhor, Salvador:
Resgata do pecado.

Eu ando por um corredor frio e escuro,
não vejo a luz no final do túnel.

Solte-se a ele - sinta liberdade.
Entregue teu viver - não tenha ansiedade.
Mas para isso o difícil é se entregar.
Eu ando por um corredor frio e escuro,
não vejo a luz no final do túnel.

MARIONETE

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Você me diz que não existe Deus,
que tudo é fruto da minha própria imaginação.
Você me chama pra ser outro ateu.
Tá me dizendo que tudo que vivo é ilusão?

Você me fala de alienação,
me avisa que ninguém vem me salvar.
Diz que eu não tenho a minha opinião.
Eu tenho sim e resolvi acreditar!

Se não foi Deus quem fez terra e céu, então quem foi?
Porque nada é por acaso,não.
Não é porque tudo se desenvolveu
que Deus não tem o controle com a sua mão.

Eu não sou boneco de Deus,
mas sim um filho por opção.
Eu aceitei viver para Deus
e ele entrou em meu coração.

Eu não sou boneco de Deus,
mas sim um filho por opção.
Eu aceitei viver para Deus,
resposta à mente e coração.

LONGE DE TI

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Não quero discursar:
Já existem mentiras demais ao nosso redor!
Não quero inventar:
Quero viver o que estou cantando!

Sozinho não consigo, nem quero me perder
Sozinho não existo, nem quero existir
Longe de Ti.

Não quero desistir:
É pelo caminho estreito que eu vou!
Não quero me perder:
Por isso quero ouvir a Tua voz! Mas

Sozinho eu me perco, e não me encontro mais
Sozinho eu desisto, e não quero ficar

Longe de Ti
Da tua paz
Longe do teu olhar

Longe de Ti
Não mais ficar
Longe da tua força

Não quero endurecer
Porque sem teu amor não sou ninguém
Não vou ensurdecer
O teu chamado eu quero ouvir

Sozinho não me basto,
em ti eu quero estar
Sozinho eu me sinto,
e eu não quero mais viver assim!

JOÃO ALMEIDA SILVA

quarta-feira, 15 de julho de 2009

João Almeida Silva tinha quase dezenove,
pensava em que carro poderia ter.
Cursava faculdade, não passava fome,
na geladeira sempre tinha o que comer.
Morava com mamãe num grande ap.
e almoçava com papai quando sobrava tempo.
“Não posso me queixar, eu tô na vida boa,
sou um cara normal, posso até ficar a toa…”

Pensava como todo mundo pensa.
Vivia como todo mundo vive.
Mas tinha um vazio, como todo mundo tem.

João bebia pouco, não fumava nada.
Não tomava drogas pra não se matar.
Jogava uma pelada prá manter a forma,
“afinal de contas, tem que se cuidar”.
Saía com os amigos prá zoar um pouco
(sexo só com camisinha prá se assegurar).
Tinha uma namorada que era gente boa
e pensava sério em um dia se casar.

Pensava como todo mundo pensa.
Vivia como todo mundo vive.
Mas tinha um vazio, como todo mundo tem.

“O que faz a diferença, ser do mal ou ser do bem?”
Não é relativo, não se consegue com dinheiro!
O detalhe que define o futuro após a morte
é o contraste entre ser vazio ou ser inteiro.
João, por exemplo, nem fazia idéia
de que a vida que levava não levava a nada.
Cego ao mais profundo (que fazia falta!),
se achava numa boa, mas andava numa estrada:
uma estrada bonitinha que acabava num abismo,
uma bela aparência que escondia a morte.
Existência maquiada pelo cara lá de baixo
(parecia legal, mas reservava a triste sorte…)

Pensava como todo mundo pensa.
Vivia como todo mundo vive.
Mas ia se dar mal, como muitos vão também.

Ser de Cristo não é fácil.
É difícil ser inteiro
mas quem tem a salvação tá feliz prá eternidade.
João sentia falta, como todo mundo sente.
Ele era mais um órfão sem paternidade.
Agente que tem Pai que nos guarda e guia
tem mais que obrigação de ser luz que brilha.
Tanta gente querendo o pedaço que falta…
vamos dar a eles o pão que traz a vida.

Pensar de um jeito diferente.
Viver uma nova existência.
E ser diferente do que todo mundo pensa!!

GOLGOTHA

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Eles pisaram em cima dele.
Eu não quero pisar também,
já perfurei seu corpo com meus pecados.

Coroado com espinhos,
lavou com seu sangue a todos nós.
Tornou a morte em vida água em vinho.

Cravado pelos membros,
pregos perfurando o próprio Deus.
Sofrendo em silêncio…
Cordeiro abusado pelos chacais.

O homem dançou cegado.
Não percebeu que estava do lado errado.
No meio do fogo cruzado entre Deus e o diabo.

Mas o ópio durou pouco.
O céu começou a enegrecer.
Brotava medo na alma do homem.
Olhando o corpo morto,
na retina de Deus o homem se enxergou.
Viu o quanto era grande sua embriaguez.

Da dança para o pranto,
percebeu seu erro e se arrependeu.
E disse pro diabo: “eu não quero mais”.
E no seu novo canto, o homem parou calado.
Percebeu o quanto ele estava desviado.
De repente acordado,
antes estivesse do outro lado.

FILHO REBELDE

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Não adianta, já perdi a conta das vezes em que pequei.
Manchas escuras empilhadas em meu coração.
Escravo do medo,
não me acho mais digno de arrependimento.
À sombra do abismo e da perdição.
Sozinho no escuro,
consciente da luz mas com olhos cerrados…
Arrependido outra vez, eu peço perdão.
Me aceite de volta,
tenho medo de ficar para trás.
Não me rejeites a minha oração.

Meu filho rebelde,
estendas tuas mãos para mim.
Não te preocupes, não é o fim.
Maior que o abismo,
mais fundo que o poço onde estás,
é o meu amor por ti.
Eu te perdôo filho meu.

Difícil de crer
num amor deste tamanho,
que esquece e perdoa traição mais traição.
Pequeno e contrito,
tudo que eu posso fazer
é aceitar e cair nos braços do meu Deus.

DE JOELHOS

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A Deus um grito de louvor
- desesperado -
que sai da minh’alma.
Ó pai, Salvador do meu ser sedento,
eu peço tua graça.

Humilde, me prostro,
me prostro aos teus pés.

Quero cantar para sempre teus louvores,
grandeza e majestade.
Quero de coração reconhecer:
Tu és a verdade.

Humilde, me prostro,
me prostro aos teus pés.

[De joelhos, eu me rendo.
Purifique meu pecado.]

Meu Deus tu tens me suprido,
enchido a minh’alma.
Meu Deus tu tens me livrado da morte
e de todo mal.
Humilde, me prostro,
me prostro aos teus pés.

CASTELO FORTE

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Deus é castelo forte e bom
Defesa e armamento
Assiste-nos com sua mão
Na dor e no tormento
O rei infernal, das trevas do mal
Com todo o poder e astúcia quer vencer
Igual não há na terra!

A minha força nada faz
Sozinho estou perdido
Um homem a vitória traz
Por Deus foi escolhido
Quem trouxe esta luz? Foi Cristo Jesus,
O eterno Senhor! Outro não tem vigor
Triunfará na luta!

Se inúmeros demônios vêm
Querendo exterminar-nos
Sem medo estamos, pois não têm
Poder de superar-nos
Pois o rei do mal, de força infernal
Não dominará, já condenado está
Por uma só palavra!

O Verbo Eterno vencerá
As hostes da maldade
As armas o Senhor nos dá
Espírito, Verdade
Se a morte eu sofrer, se os bens eu perder,
Que tudo se vá- Jesus conosco está
Seu Reino é nossa herança!

ATÉ ONDE EU PUDER IR

quarta-feira, 15 de julho de 2009

É tão estranho este lugar
O vento frio não tem fim
Parece que eu já estive aqui
Sentado debaixo da chuva…

contando as horas, pois eu sei
Toda noite passa aqui.
Já posso ouvir você chegar
Então eu fecho os meus olhos

Esperando o teu abraço
Mas quando vi, você se foi

Te alcancei
Mas você parecia não me ver
Eu gritei
Mas você parecia não me ouvir
Me joguei
Mas você me atropelou

Eu chorei por você

Eu morri por você