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VOU CHEGAR

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Não há como caminhar
Sem ouvir a tua voz
Sem tomar nenhum atalho
E há tantas direções

Quero tanto prosseguir
Mas não vejo tua mão
Eu sei que estou perto,
Eu sei que estou perto

Escolher outros caminhos
Sem nunca entender
Tomar o rumo certo:
Um dia vou chegar, um dia vou chegar!

Parar pra refletir
Nos passos que tomei
Rever minhas escolhas –
Há tantas distrações!

Tentar recuperar
O tempo que perdi;
Voltar ao ponto certo,
Voltar ao ponto certo.

TUA VEZ

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Toda vez que eu tento viver sem te dar a mão
Toda vez que tento esconder a minha confusão
E endureço minh’alma que clama de dor
Por ter saudades da vida sentindo do teu amor

E vivo me convencendo de que te entreguei
A minha vida e na verdade eu não sei
Porque em meus dias sou eu que tomo as decisões
Sem te deixar muito espaço no meu coração

E que eu diminua,
Para que Cristo apareça em mim.
Não seja eu a viver,
Não seja eu a querer,
Seja só teu o
Meu pensar e meu agir!

Sempre acabo reconhecendo que sozinho não vou:
Sempre no mesmo vazio que me insensibilizou
Mas lá no fundo da alma ainda ouço tua voz;
Transforma o amargo em doce e me chama de volta!

E que eu diminua,
Para que Cristo apareça em mim.
Não seja eu a viver,
Não seja eu a querer,
Seja só teu o
Meu pensar e meu agir!

Toma cada pecado,
Transforma em glória ao teu nome, Senhor
Molda meus sonhos nos teus,
Rendo meus planos a ti, ó Deus,
Quero existir pro teu nome e não pro meu.

VIA CRUCIS

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Se Ele não tivesse
amado como Ele amou
Se não tivesse se entregado
como se entregou
Se não tivesse caminhado
a trilha que andou
Não haveria outra chance
para quem errou.

Se Cristo não tivesse
dado o exemplo que Ele deu,
E não tivesse dado a outra face
E se tivesse desistido antes de morrer
Não haveria nova vida
pra quem nEle crer.

Olhe para a cruz
Veja o corpo pendurado
Olhe para a luz,
Veja o amor crucificado
Mas além da cruz,

RESSUSCITOU!

VOCÊ E EU

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Ele fala aos mortos,
ele sustenta os vivos.
Ele liberta o preso da sua prisão
e traz a paz à alma e ao coração.

Filho do homem,
com toda autoridade
prá perdoar os nossos pecados.

Ele cura feridos
e fortalece os fracos.
Ele transforma em luz a escuridão.
Ele carrega teu fardo,
dá nova visão.

Filho do homem,
com toda autoridade
prá perdoar os nossos pecados.

Ele morreu por você e eu,
não jogue fora o que ele deu!

Ele sofreu a morte,
ele voltou à vida.
Foi pelos teus pecados que ele sofreu.
Foi por amor a nós que a morte venceu!

Filho do homem,
com toda autoridade prá perdoar os nossos pecados.

VOAR

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sempre procurando atalhos
Pra facilitar a vida:
Essa ilusão antiga
Que eu gosto de viver.

Apesar da voz que avisa
Que não tem outro caminho.
Desobedecer é vício:
Continuo a correr!

Cada vez que eu atendo
A um anseio mais profundo,
Eu consigo enxergar.
Minha angústia emudece,
A verdade transparece,
Minha alma vai voar!

Quando eu experimento
A maldada à minha volta,
Me destrói a consciência
E não consigo parar

Mas tem dias que eu entendo
Que meus erros são contrários
À vontade que perdoa,
E eu aprendo a viver!

TUA VOZ

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vida longa enquanto pulsa o coração
Grito rouco esfria na escuridão
Certo, perto, insisto em caminhar
Alma leve, suas cores encontrar

Dias, noites, letras do passado
Quebra o som, silêncio envergonhado
Quero ver, desejo o infinito
Sonho mais bonito posso ter

Tua voz, teu olhar, escrevem minha vida
Vejo imagens passar em meu coração
Ilusão de estar em meu lugar de volta

Auto-engano, desvio meu olhar
Procurando, mas sem saber onde encontrar
Na velha estrada que eu mesmo construí
Andando nela a vida eu perdi

Certo, perto, insisto em procurar
Desencontro, da alma e do olhar
Encoberto, continuo a sorrir
Sonho mais distante esquecer…

Tua voz..

Quem irá, quem me alcançará?
Quem irá, meu tesouro onde está?

SALMO

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Louvado sejas,ó fortaleza.
Tu sim mereces exaltação.
Ó pai da eternidade.

Sonda-me ó Deus e me ressuscita.
Da tua boca me surge a vida.
Ó Deus forte!!

Tu és a foz da água viva.
Teu corpo é pão que traz verdade.
Perto de ti eu não sou nada.

Os teus desígnios são meus decretos.
Tuas promessas, minha oração.
A tua mão vem estendida para mim.

Tu és a nova aliança,
de Ti vem graça e vem perdão.
Perto de ti eu não sou nada.

NÃO VIRE AS COSTAS

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Preciso falar do que ouço e vejo
Brigas compradas sem motivo nenhum
Marcas que ficam das violências
Diariamente uma nova dor

Preciso falar dessas paranóias
Que produzem cegueira e dor
Um tiro que tenta roubar minha vida
Diariamente

Mas eu não vou revidar
Porque a alma não morre.
E eu tenho razões para crer
Que a vida que foi em mim colocada
É a mesma que pode
Nascer em você

Este é o eterno (o eterno caminho)
Este é o momento (de você entender)
Esta é a verdade, não vire as costas

Estas cicatrizes (que você traz no corpo)
Estas violências (que você cometeu)
Esta é a história, não vire as costas

PAZ

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Eu saio de casa sem saber se vou voltar
Medo da pergunta em cada gesto, em cada olhar

Os corpos se amontoam nas notícias da TV
Não há mais certeza do que fazer sem

PAZ, CADÊ A PAZ?

Cada vez mais frágil vejo a vida se tornar
Sempre descartável: só pôr outra no lugar

A violência bate à porta de qualquer um de nós
Não há mais segurança do que fazer sem

PAZ, CADÊ A PAZ?

Sempre a mesma história, não parece que vai ter fim
O ciclo vicioso que persegue a você e a mim
É só ligar a qualquer hora a televisão
Pra ver o desfile de corpos se amontoando no chão

E eu me pergunto se tem fundo pra esse poço de morte
Que zomba da minha vida, e eu me pergunto pela sorte
Deste nosso planeta cheio de meros mortais
Que se revezam numa vida sempre em busca de

PAZ, CADÊ A PAZ?

E busco em minha memória, e nos livros de história
Por uma época da humanidade menos inglória
Em que as crianças não cresciam com o medo da guerra
Em que podíamos andar com segurança na terra

E sempre acabo desistindo desse sonho tão humano
Porque sem a mão de deus não adianta o nosso esforço
A gente vai se afundando, é violência até o pescoço
Eu não agüento mais, eu oro a Deus e peço:

PAZ, CADÊ A PAZ?

Na hora de escolher
Por qual caminho seguir
Pra encontrar essa paz
Não adianta fugir

E nem tentar esconder
Não há sentido em mentir
Alívio há de encontrar
A quem seguir

O REI DA PAZ…

PANIC

quarta-feira, 15 de julho de 2009

After every battle of the wars you fight inside.
When the raindrops of the storm finally start to dry,
Then you ask yourself the questions.
When you finally look around,
to see what’s left behind, Sittin’
in the shadows of your walls that grew too high.
While you screamed and cried and asked for help and heard no reply.

How can I not panic,
when the pain grows too strong?
’cause the storm grows wild and wilder while I sit and sing this song.

If you just give me the answers,
then I’ll promise to calm down.
But the voices in my head just tell me to go on and on.
Listen to the echo of your voice inside the caves,
in the everlasting halls and stone walls of your maze with no traffic lights to guide you.
Can you see the seed of panic inside my eyes?
Even though they look so dry, the tears fall all night.
While I screamed and cried and asked for help,
I heard your reply!

How can I not panic,
when the pain grows too strong,
But just maybe if we both hold hands we can live through the storm.
Just forget the answers, and accept me inside.
Show me your secret garden and I’ll show you mine.

tradução Após cada batalha das guerras que você luta dentro de si, quando a tempestade passa e começa a secar - então você se pergunta… Quando finalmente olha ao redor para ver o que restou, sentado às sombras de seus muros que cresceram demais - enquanto você gritava, chorava e pedia ajuda, e não escutava resposta… Como posso não entrar em pânico, quando a dor é tão forte? Porque a tempestade se torna cada vez mais forte enquanto eu sento e canto esta canção. Se você apenas me der as respostas, prometo acalmar-me. Mas as vozes em minha mente só me dizem para seguir em frente… Ouça o eco de sua voz nas cavernas, nos corredores infinitos e nos muros de seu labirinto, sem luzes para lhe guiar. Consegue ver a semente do pânico em meus olhos? Parecerem tão secos, mas as lágrimas caem a noite toda. Enquanto eu gritava, chorava e pedia por ajuda eu escutei sua resposta Como posso não entrar em pânico, quando a dor é tão forte? Mas talvez, se nos dermos as mãos, poderemos sobreviver à tempestade. Esqueça as respostas e simplesmente me aceite! Mostre-me seu jardim secreto e eu lhe mostrarei o meu.